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Automação aberta e caminhos para competitividade industrial são pautas da Schneider

por Paulo Fernandes Maciel

Schneider Electric debate automação aberta e caminhos para competitividade industrial no Brasil

Iniciativa de discutir a Automação aberta integra agenda de aproximação entre Brasil e Alemanha às vésperas da Hannover Messe 2026

A Schneider Electric, líder global em tecnologia de energia, realizou, em sua sede em São Paulo, um encontro sobre automação aberta e digitalização industrial como parte da agenda no Brasil de uma delegação organizada pela Hannover Messe, composta por jornalistas e especialistas da indústria, que contou também com a presença de Jessica Bethune, vice-presidente de Automação Industrial da Schneider Electric para a região DACH. A programação abordou vetores de transformação da indústria, com foco em automação aberta, digitalização e descarbonização. A iniciativa ocorreu no contexto da aproximação industrial entre Brasil e Alemanha às vésperas da Hannover Messe 2026 – a principal feira mundial de tecnologia industrial e transformação digital – na Alemanha, que terá o Brasil como país parceiro desta edição.

Automação aberta

Ao longo da agenda, foram discutidos o papel do Brasil na dinâmica industrial global, com uma matriz energética majoritariamente renovável e um mercado de grande escala, bem como os desafios estruturais que impactam a modernização, como limitações de infraestrutura e de distribuição de energia. Os debates trataram de temas comuns a diversos setores industriais, como bases instaladas obsoletas, a necessidade de maior interoperabilidade e a importância de iniciativas de digitalização voltadas ao ganho de eficiência, flexibilidade e competitividade.

“Nossas discussões reforçaram como o Brasil e a região DACH, composta por Alemanha, Áustria e Suíça, enfrentam desafios semelhantes, mas também evidenciaram o enorme potencial de aprendizado mútuo, cooperação tecnológica e aceleração conjunta da transformação industrial”, afirma Roberto Rossi, presidente da Schneider Electric no Brasil.

Colaboração estratégica

Durante o encontro, a Schneider Electric ressaltou o papel transformador do EcoStruxure Automation Expert (EAE) – primeira solução de automação aberta baseada em software do mundo. A plataforma representa uma mudança estrutural no modelo de automação industrial ao dissociar a lógica de controle do hardware, permitindo que aplicações sejam desenvolvidas e implementadas de forma independente de fabricantes. Na prática, isso diminui a dependência de arquiteturas proprietárias, ainda predominantes no parque industrial global, e abre caminho para operações mais flexíveis, interoperáveis e preparadas para evoluções contínuas.

A programação incluiu uma demonstração ao vivo do EAE, evidenciando como sua arquitetura aberta propicia maior agilidade na engenharia, atualizações mais rápidas e melhor aproveitamento dos ativos instalados. Para aplicações que demandam visibilidade ampliada e gestão integrada, o EAE pode ser conectado ao portfólio da AVEVA, a fim de viabilizar uma visualização unificada da planta e insights em tempo real para apoio na tomada de decisão.

Automação aberta e definida por software

Esse modelo possibilita que as plantas avancem de forma progressiva, evoluindo conforme as necessidades do negócio sem depender de ciclos rígidos de modernização. O resultado é uma operação mais resiliente, adaptável e preparada para responder às mudanças do mercado com maior rapidez e menor custo ao longo do tempo.

“A automação aberta traz liberdade real para que as operações cresçam no seu próprio ritmo. Com o EcoStruxure Automation Expert, nossos clientes conseguem modernizar sistemas de forma progressiva, reduzir a complexidade de integração e ganhar mais eficiência ao longo de todo o ciclo de vida. É uma mudança que permite evoluir sem rupturas, conectando energia e processos em uma única visão e preparando as plantas para um futuro mais digital, flexível e sustentável”, afirma Carlos Selestrin, diretor de Automação Industrial da Schneider Electric Brasil.

Casos de sucesso

O evento apresentou ainda um painel composto por empresas do ecossistema da Schneider Electric que já avançam na adoção de automação aberta e definida por software. Executivos da Nestlé, Tyconnex e Piovan compartilharam suas jornadas na transição de sistemas tradicionais para arquiteturas mais abertas e interoperáveis, destacando ganhos concretos em flexibilidade operacional, eficiência e capacidade de adaptação.

Os depoimentos mostraram que a automação aberta baseada em software já é uma realidade nas indústrias brasileiras e globais, proporcionando operações mais ágeis, sustentáveis e competitivas, em linha com a evolução da automação industrial e a crescente necessidade de resiliência e adaptabilidade no setor.

Mais informações sobre o EcoStruxure Automation Expert (EAE) estão disponíveis no website.

Sobre a Schneider Electric

A Schneider Electric é líder global em tecnologia de energia, promovendo eficiência e sustentabilidade por meio da eletrificação, automação e digitalização de indústrias, negócios e residências. Suas tecnologias permitem que edifícios, data centers, fábricas, infraestruturas e redes funcionem como ecossistemas abertos e interconectados, aumentando desempenho, resiliência e sustentabilidade. O portfólio inclui dispositivos inteligentes, arquiteturas definidas por software, sistemas impulsionados por inteligência artificial, serviços digitais e consultoria especializada. Com 160 mil colaboradores e 1 milhão de parceiros em mais de 100 países, a Schneider Electric é constantemente reconhecida como uma das empresas mais sustentáveis do mundo.

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Imagem destacada: palestra sobre Automação aberta com o Presidente da Schneider Electric para o Brasil, Roberto Rossi (Foto: Camila Picolo)

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