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SP2B conecta liderança, empreendedorismo e futuro do trabalho

por Paulo Fernandes Maciel

SP2B conecta liderança, empreendedorismo e futuro do trabalho em mais um dia de debates no Ibirapuera

Programação desta quarta-feira (12) reuniu Luiza Helena Trajano, Fábio Coelho, Aaron Ross, Gal Barradas, Christian Dunker e Felca, além de Bob Burnquist, Carmela Borst e Kerry Murphy, em conversas sobre negócios, cultura, saúde, esporte, cidades e como o SP2B conecta líderes na transformações tecnológicas

A programação desta quarta-feira (12) do SP2B – São Paulo Beyond Business levou aos diferentes espaços do Parque Ibirapuera discussões sobre os desafios de liderar, empreender e construir negócios em um cenário atravessado por novas tecnologias e mudanças profundas no trabalho e na sociedade. Liderança, crescimento, vendas, formação profissional, saúde, cidades, esporte, cultura, alimentação e bem-estar estiveram entre os temas do dia.

Entre os destaques estiveram Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, Aaron Ross, autor de Receita Previsível, o skatista e empresário Bob Burnquist, Gal Barradas, diretora executiva da FIFA, Carmela Borst, cofundadora e CEO da SoulCode, o psicanalista Christian Dunker e o criador de conteúdo Felca.

SP2B conecta

O SP2B conecta discutiu Liderança, crescimento e os caminhos para escalar negócios

No Bespoke (Auditório Ibirapuera), Luiza Helena Trajano, Fábio Coelho e a jornalista Ana Paula Padrão participaram de “Os Novos Desafios da Liderança”, com mediação da jornalista e consultora Fabi Corrêa. A conversa colocou em pauta as transformações que vêm alterando o papel de quem ocupa posições de decisão, com discussões sobre inovação, gestão de pessoas, cultura e capacidade de adaptação.

Ana Paula Padrão abriu o painel provocando a plateia sobre a construção de um futuro comum a partir de uma perspectiva feminina — e da corresponsabilidade entre gêneros nesse processo. Luiza Helena Trajano trouxe a leitura de quem enfrentou por décadas ambientes majoritariamente masculinos. “Eu era a única mulher em quase tudo que eu ia no início; eu enfrentava de uma forma diferente os homens”, contou.

Para ela, muitas assimetrias históricas seguem sendo uma escolha institucional: “Ganhar 20% a menos é uma questão de caneta”. A empresária relembrou a origem do Grupo Mulheres do Brasil e o papel da sociedade civil na transformação do país: “Sempre acreditei que a sociedade civil é capaz de mudar o país; e fundamos o Movimento Mulheres do Brasil”.

Sobre o caminho para o avanço da equidade, foi direta: “Sem os homens a gente não chega lá, e os inteligentes entenderam que estar com a gente é o caminho”. Ela também deixou uma definição de liderança: “Líder é aquele que leva a pessoa mais longe do que ela acha que pode ir”.

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Fábio Coelho, presidente do Google Brasil, colocou a inteligência artificial no centro da nova equação da liderança. “O que gosto de trazer como elemento fundamental da IA tem a ver com superpoderes, tanto para pessoas quanto para empresas”, afirmou. Ao lembrar iniciativas do Google voltadas a empreendedorismo, startups e IA, defendeu uma posição ativa do país: “Não podemos apenas consumir tecnologia, precisamos também produzir tecnologia”.

Para o executivo, a própria função da tecnologia dentro das companhias mudou de patamar: “A tecnologia era de apoio e periférica; depois passou a ser complementar, central, estratégica — e agora turbinada pela IA”. Coelho defendeu ainda uma leitura mais humana do papel de quem lidera. “O futuro da liderança é de pessoas sensíveis e antenadas, inspirando e motivando indivíduos”, disse.

Sobre o uso da IA no cotidiano, avaliou: “A IA é sensacional para ajudar empresas e cidadãos a ficarem mais fluentes e assertivos”. E projetou uma nova relação com o trabalho: “Acho que estamos chegando numa época em que vamos trocar cada vez menos tempo por dinheiro”.

Ele alertou, porém, para os riscos de uma automação sem filtro nas relações de trabalho e defendeu ambientes corporativos capazes de acolher a totalidade das pessoas, sem presumir que colaboradores finjam que está tudo bem para não transparecer no ambiente profissional. “Se os processos desde a contratação forem muito autômatos, eles perdem o fator-chave do contato humano”, concluiu.

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A discussão sobre crescimento ganhou outra perspectiva no Growth Stage (Bienal), onde “Money Hacks:

Como Financiar a Escala do seu Negócio sem Ficar Refém dos Meios Tradicionais” reuniu Fred Santoro, CEO da Raketo, Thaise Saeter Rytenband, diretora executiva da Convex Research, e Juliana Cardoso, secretária executiva de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, com mediação de Aiana Freitas. O painel colocou em pauta novas alternativas para financiar a expansão de empresas sem depender exclusivamente dos caminhos tradicionais de crédito ou da entrada precoce de investidores.

A expansão dos negócios apareceu também sob a perspectiva das vendas com Aaron Ross, autor de Receita Previsível, no Enterprise Stage (Bienal). Em “A Arte da Venda: Todos os Produtos Podem Ser um Oasis no Deserto”, Ross discutiu como transformar vendas em processos sistemáticos, previsíveis e escaláveis, reduzindo a dependência do talento individual de vendedores.

Receita Previsível

Autor de “Receita Previsível”, Ross é reconhecido por ter estruturado, dentro da Salesforce, um processo revolucionário de Cold Calling 2.0 e inside sales que ajudou a aumentar as receitas da empresa em US$ 100 milhões. Sua fala no SP2B conecta negócios mas fez, no entanto, um contraponto ao entusiasmo generalizado com a inteligência artificial aplicada a vendas. “IA não é magia gratuita”, disse. “Eu adoro, uso, é incrível, mas acho que ainda é muito cedo. Há uma espécie de ilusão de resultados que não é verdade.”

Para Ross, boa parte das empresas está sendo capturada por uma corrida improdutiva: “Você só está trabalhando mais e não está chegando a lugar nenhum”. Ele resumiu o próprio ponto de vista sobre o papel da tecnologia no time comercial: “Substituir humanos por IA não é o caminho. O que faço é encaixar a IA cuidadosamente em um canto, mas não estou substituindo uma ala inteira”.

Aaron reforçou a centralidade do fator humano e do tempo na construção de negócios escaláveis: “Nada acontece antes do senso de confiança”, afirmou. Para ele, relacionamento é uma das chaves do sucesso futuro, e, combinado a método, gera crescimento durável. Encerrou com um aviso recorrente em suas palestras: “Às vezes, o caminho mais longo é o caminho mais rápido”.

Ainda no Pavilhão da Bienal, no Enterprise Stage, Eduardo Saron, presidente da Fundação Itaú, apresentou “Investir no Agora para Existir em 2050: Cultura, Comunidade e os Novos Vetores do Desenvolvimento”, aproximando decisões tomadas no presente das transformações sociais, culturais e econômicas que devem moldar as próximas décadas.

Christian Dunker e Felca discutem os efeitos de uma vida permanentemente conectada

No Decoding Life (Pacubra), o psicanalista Christian Dunker, da Universidade de São Paulo, participou de “Atenção Sequestrada: Propósito e Bem-estar na Era do Scroll” ao lado da jornalista e escritora Rosana Hermann, colunista da Folha de S.Paulo.

A conversa discutiu como algoritmos, comparação constante, metas externas e uma rotina de estímulos contínuos afetam a atenção, relações e a capacidade de construir propósito em uma vida cada vez mais marcada pela necessidade de reagir e produzir. O ponto de partida do debate foi provocador: quando a inovação exige atenção imediata, o que acontece com aquilo que precisa de tempo para fazer sentido?

Rosana Hermann trouxe uma leitura direta sobre a arquitetura invisível das plataformas digitais e o modo como elas manipulam a percepção de duração. “Se você não percebe que chega ao fim, você não percebe o passar do tempo. Esse é o scroll infinito”, afirmou.

Christian Dunker aprofundou o argumento a partir da psicologia e da neurociência, explicando os mecanismos que sustentam esse sequestro da atenção. “O tempo passa diferente no flow. Há uma engenharia psicológica por trás disso muito interessante — o efeito Zeigarnik: uma coisa que você não concluiu tende a ficar mais na sua cabeça”, disse. “O scrolling joga pra você uma mensagem que parece se identificar com você, mas que não se conclui. O reel joga você nesse hipno-espaço.”

No Bespoke (Auditório Ibirapuera), o criador de conteúdo Felca foi entrevistado pelo antropólogo Michel Alcoforado, do Grupo Consumoteca, em “Solidão ou Liberdade? O Dilema do Empreendedor”. Ao falar sobre sua trajetória, Felca contou que aprendeu cedo a preservar seus projetos da interferência e do pessimismo alheios. Vindo de uma família em que a formação universitária era vista como caminho natural, enfrentou resistência quando decidiu apostar na criação de conteúdo para a internet e recebeu do pai um prazo de três meses para provar que conseguiria transformar a atividade em fonte de renda.

A pressão, segundo ele, acabou funcionando como estímulo. “Acredito na máxima de que ‘o diabo tem ouvidos’. Quando expomos nossos planos prematuramente, somos frequentemente alvo de julgamentos, inveja e do pessimismo alheio, o que pode minar nossa autoconfiança. Por isso, adotei como princípio manter meus projetos em esfera privada”, afirmou. Sobre o ultimato dado pelo pai, completou: “Curiosamente, encarei aquele prazo como um estímulo necessário. Costumo dizer que corremos muito mais rápido quando estamos sendo perseguidos. Durante aquele período, dediquei-me intensamente para provar a viabilidade do meu trabalho.”

Quando talento, identidade e pertencimento se transformam em negócio

No Bespoke (Auditório Ibirapuera), o skatista e empresário Bob Burnquist e Micah Desforges, fundador e CEO do Jackalope, participaram de “De Talento à Plataforma: Quando Cultura Vira Negócio”. A conversa discutiu como talento, visibilidade, reputação e comunidade podem se transformar em novas plataformas de atuação e negócio sem romper com a identidade construída ao longo de uma trajetória.

Manifesto Antropófago

No The Human Code (Oca), “Tupi or not Tupi, Pertencer para Empreender” reuniu a influenciadora e artista Isabelle Nogueira, Olívia Araújo, gerente de Marca da Linus, o apresentador Nando Monteiro, da BandNews TV, e a jornalista Juliana Rosa, do Grupo Bandeirantes. Inspirado no Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade, o painel discutiu o pertencimento como elemento de saúde mental, identidade e soberania e propôs um olhar brasileiro sobre as formas de empreender e construir trajetórias criativas.

Nova Lógica do Empreender

Na sequência, “5 Pilares para Pertencer e a Nova Lógica do Empreender” reuniu Jazz Tupinambá, fundadora e diretora da Ava Amazônia, Paulo Lima, fundador e presidente da Trip, e o chef Felipe Bronze, com mediação de Cris Bartis, pesquisadora de comportamentos e movimentos do Mamilos Conteúdo. O painel aproximou conceitos como autoaceitação, identidade, propósito, inclusão e conexão de novas formas de pensar empreendedorismo, adaptação e construção de redes.

Jazz Tupinambá partiu da própria trajetória para defender a ancestralidade como matéria-prima de inovação. “Eu atravessei o mundo para voltar pra minha casa na Amazônia e lembrar justamente disso”, contou. Para ela, o ponto de partida do pertencimento não é apenas a consciência: “É fundamental que a gente tenha não só a consciência de quem somos, mas o orgulho de quem somos. Tudo é em prol do conhecimento. Comece sendo você — ali mora a originalidade”.

Paulo Lima, fundador da Trip, resumiu a matéria-prima do trabalho editorial da revista — e do próprio ato de empreender. “A nossa grande fonte de pautas sempre foi, continua sendo, e por isso estou aqui, a dor da existência, a dor do ser humano. E, ao mesmo tempo, o quão maravilhoso e prazeroso é isso”, disse. Para ele, “não tem nada mais inovador do que a nossa raiz — a dor é ancestral”. Ele propôs uma inversão de lógica sobre o novo: “A tradição vai se tornar a disrupção de hoje.”

Felipe Bronze também questionou o discurso empresarial em torno da ideia de comunidade. “A gente não está preocupado em criar a comunidade — ela já está aí. A primeira rede social da humanidade foi a gastronomia, o Fernando Andrade falou isso há muitos anos”, afirmou. Ao descrever a atuação da Bronze Mais, provocou: “O trabalho que a gente está tendo no Bronze Mais é planilhar o afeto. A gente tende a colocar a comunidade como uma coisa intangível e, na verdade, todas as agências de publicidade estão pensando em comunidade”.

A relação entre criatividade e inteligência artificial apareceu também em “Socorro, Agora Ela É a Chefe!”, com Adriana Pereira, fundadora da The Fabricant, e Kerry Murphy, CEO da empresa. A conversa discutiu como a IA vem transformando a moda, da criação à produção, e os desafios de incorporá-la como ferramenta sem esvaziar autoria, repertório e imaginação.

Mulheres, liderança e os negócios em torno do esporte

O protagonismo feminino ganhou diferentes perspectivas ao longo do dia. No The Human Code (Oca), “Mulheres que Movem o Jogo: Liderança, Negócios e o Futuro do Esporte com a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™” reuniu Gal Barradas, diretora executiva da FIFA, Camila Coutinho, fundadora do Garotas Estúpidas e da GE Beauty, e Renata, narradora da Globo, com mediação de Kel Cogliatti, head de Programação do Rio2C e do SP2B.

A conversa colocou em perspectiva o crescimento do futebol feminino, a presença de mulheres em posições de liderança e o potencial da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™ para movimentar marcas, investimentos e novos negócios ligados ao esporte. O torneio será a primeira Copa do Mundo Feminina da FIFA disputada na América do Sul, entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, com jogos em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Renata Silveira falou sobre o peso simbólico de ocupar espaços historicamente negados às mulheres na cobertura esportiva. “A sensação que dá é que você precisa provar a todo momento que pode estar ali”, afirmou. Gal Barradas destacou o impacto estrutural que o Mundial deve deixar no país. “Aqui no Brasil, as nossas jogadoras vão encontrar o ambiente mais profissionalizado aos 16 anos. Isso é o fim do mundo. Queremos deixar um legado para o futebol feminino no Brasil”, disse.

Para a executiva, o momento exige protagonismo direto dos clubes brasileiros: “Os clubes precisam entender que está nas mãos deles desenvolver um vetor de crescimento e negócio. O momento é agora”.

Na Bienal

No Growth Stage (Bienal), a relação entre maternidade, carreira e empreendedorismo apareceu em “Nascem 2 filhos: quando a maternidade é um impulso para empreender”, com Dani Junco, CEO da B2Mamy, Deh Bastos, diretora de Criação da Paim, e Bruna, CEO da Brooke. O painel discutiu tanto o empreendedorismo por escolha quanto aquele que surge diante das dificuldades de conciliar maternidade e estruturas tradicionais de trabalho.

Formação e carreira em um mercado que muda rapidamente

No Work in Progress (Pacubra), Carmela Borst, cofundadora e CEO da SoulCode, participou de “Sem Diploma, Sem Credencial: Como Formar Gente Real na Era dos Agentes”, sobre novos caminhos para a capacitação profissional em um cenário no qual inteligência artificial, automação e mudanças nas demandas das empresas colocam em xeque modelos tradicionais de formação.

Mais tarde, “Reiniciar ou Atualizar? Carreira, Previdência e Longevidade” reuniu Paulo Tafner, diretor-presidente do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social, Mórris Litvak, CEO e fundador da Maturi, e Ângela Assis, diretora-presidente da Brasilprev, com mediação de Thais Gadêlha Herzog, executiva de Grandes Contas da ESPM. O painel discutiu como o aumento da longevidade, as transformações tecnológicas e novas formas de trabalho vêm alterando a ideia de uma carreira linear seguida por uma aposentadoria definitiva.

Saúde começa muito antes do consultório

No Decoding Life (Pacubra), “Quando o CEP Pesa Mais que o DNA: O Ambiente como Dado de Saúde” reuniu o médico patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP, Diego Aristides, sócio e executivo de tecnologia da Stellula e The Collab, e Sidney Klajner, presidente do Einstein Hospital Israelita, com mediação de Carlos Souccar, vice-presidente e head de Acesso ao Mercado da Sanofi.

O encontro discutiu como poluição, alimentação, estresse urbano, infraestrutura e outras condições sociais e territoriais podem influenciar a saúde, além do papel de sensores, dados ambientais, inteligência artificial e medicina preventiva na identificação de riscos.

A relação entre território, tecnologia e qualidade de vida apareceu também no Cities Reimagined (Pacubra), em “Do trânsito à moradia: quando a tecnologia reescreve a gestão urbana”. O painel reuniu Pedro Moniz, CEO da Quadrante no Brasil e no Chile, Daniel Prado, CEO e cofundador da Turbi, e Renan Vieira, presidente da Agência São Paulo de Desenvolvimento, com mediação do repórter André Martins, da Exame. A conversa abordou como dados, conectividade e automação podem transformar planejamento urbano, mobilidade e moradia sem aprofundar desigualdades.

Alimentação e agro entram no SP2B conecta a discussão sobre o futuro

No Feeding the Future (Pacubra), “Lab to Table: Os Caminhos da Nova Indústria de Alimentos” reuniu Mona Oliveira, CEO da BioLinker, e Luismar Porto, fundador e diretor executivo da Tubanharon Innovation Systems, com mediação de Jaqueline Silva, diretora de TV e Eventos do Canal Rural. O painel SP2B conecta discutiu avanços como fermentação de precisão, carne cultivada, proteínas alternativas e novos ingredientes funcionais, além dos desafios de transformar pesquisa em produtos viáveis e capazes de ganhar escala.

No mesmo palco, “Agro e Sustentabilidade: Um Diálogo Necessário e Estratégico para o Brasil” reuniu Renata Piazzon, CEO do Instituto Arapyaú, Fernando Sampaio, secretário executivo da Rede de Inteligência em Agricultura e Clima, e Lucas Canisares, professor do CCARBON e da Esalq-USP, com mediação da jornalista Mariana Grilli, do Arroz, Feijão e Clima.

A conversa confrontou diferentes perspectivas sobre a posição do agronegócio no debate climático, colocando em pauta produtividade, emissões, captura de carbono, novas práticas agrícolas e as pressões regulatórias e de mercado que vêm redefinindo o setor.

O SP2B – São Paulo Beyond Business segue até 16 de agosto no Parque Ibirapuera, com mais de 750 painéis, mil horas de conteúdo, cerca de dois mil palestrantes e programação distribuída por mais de 20 palcos.

Informações sobre o SP2B no Parque Ibirapuera:

https://sp2b.com.br

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