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Sucesso da Embraer Facilita parceria com Noruega

por Paulo Fernandes Maciel

Noruega pode se tornar parceira no setor de aeronáutica, espaço e defesa.

Missil Kongsberg Penguin

Parceria poderá ser acelerada devido ao sucesso de nossas empresas de aeronaves, como Embraer, Avibrás e Helibrás.

 

Missil Kongsberg Penguin.

Em 2012 a empresa norueguesa Kongsberg anunciou um contrato d e33 Milhões de Euros para a venda do míssil Penguin para a Marinha do Brasil.

O míssil é usado nos helicópteros SeaHawk. Arte Kongsbergs
Uma movimentação interessante dos países nórdicos em relação ao Brasil chamou a atenção após a viagem do presidente Michel Temer;

A Noruega na busca por investimentos para reaquecer a economia nacional.

As ações foram percebidas por empresários do setor aeroespacial;

Mas nem tanto pela visita de Temer e sim pelas últimas conquistas da EMBRAER apresentadas em Paris.

E a ações que estão abrindo o mercado brasileiro.

 

As companhias nacionais e subsidiárias internacionais sediada, principalmente;

No polo aeroespacial de São José dos Campos começaram a se mexer para mostrar que apostar neste segmento no Brasil;

Ainda é um bom negócio e o país não reduziu sua atividade econômica apenas à agropecuária.

Segmento esse que também beira o colapso dada a  nova crise comercial com a qualidade da carne brasileira;

Sendo novamente contestada e por processos de fraudes e corrupção de grandes frigoríficos.

A expectativa é o ingresso da Noruega, que já é um dos principais parceiros do Brasil, na parte de defesa, satelitária como também na de tecnologias no setor petrolífero, de embarcações e de maquinários.

A indústria naval da Noruega conta com mais de 50 estaleiros que produzem desde;

Grandes embarcações comerciais até navios-tanques, navios pesqueiros e frigoríficos.

A Suécia está entre suas principais parceiras no segmento econômico, tanto em importação como em exportação.

A formação do estado da Noruega, se desmembrando da Suécia, se deu em 1905 e ambos os países mantém ótima relação.

Das 150 empresas norueguesas presentes em solo brasileiro, 75% atuam na indústria de petróleo e gás e na indústria naval.

Mas esse cenário pode ser alterado e ampliado rapidamente, o que empolga os empresários nacionais.
Um possível ingresso norueguês no segmento aeronáutico seja em parcerias na produção de partes de aviões de caça ou cargueiros, é muito bem visto e esperado.

Além de também abrir as portas para ocupar outra posição estratégica no Brasil, a exploração de petróleo.

O sucateamento do setor espacial, que sempre enfrentou problemas com os Estados Unidos;

E com os próprios governos brasileiros, também poderá receber esse novo aliado.

A Noruega tem particular interesse na preservação da floresta amazônica e nas terras produtivas do país, as quais são subutilizadas atualmente e servem apenas para manter 220 milhões de cabeças de gado e na constituição de latifúndios ilegais.

A Noruega também foi o primeiro doador do Fundo Amazônia e é responsável por seus principais colaboradores.

Nos últimos cinco anos, o governo norueguês aportou cerca de R$ 2,8 bilhões ao fundo.

No segmento de mineração, que está em plena concessão de áreas de exploração pelo governo federal, o país nórdico também demonstra interesse.

Destaca-se, ainda, na produção de metais, como alumínio, magnésio e ligas de ferro, e na produção de celulose e papel. Tudo com tecnologia extremamente avançada.

No ano passado, a Noruega foi o oitavo maior investidor no Brasil, com investimentos na ordem de US$ 2,1 bilhões.

O país tem uma área de 324 mil quilômetros quadrados, um pouco menor que o estado do Goiás com seus 340 mil km².

Sua população é estimada em cinco milhões de habitantes ( menos da metade da população da cidade de São Paulo)  e detém uma das maiores rendas per capitas do mundo.

Fonte: DefesaNet

Créditos: Júlio Ottoboni

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