Atualmente, as organizações acreditam que o desenvolvimento de seus recursos de segurança de TI agrega valor muito além da proteção contra ciberameaças. No Brasil, esse cenário se reflete na prática: 78% das empresas planejam aprimorar sua segurança de TI no próximo ano. Elas estão considerando esse um investimento estratégico de longo prazo que promove a transformação digital, melhora a resiliência empresarial e estimula o crescimento sustentável. As conclusões fazem parte do mais recente estudo global realizado pelo Centro Interno de Pesquisa da Kaspersky. Confira os principais resultados.
Para entender o que as grandes empresas realmente obtêm dos investimentos em cibersegurança, a Kaspersky realizou um estudo global com 1.800 tomadores de decisão e especialistas em TI e cibersegurança que representam organizações de 18 países e diversos setores, como TI, manufatura, finanças, varejo e atacado etc.
Os resultados ganham importância em um contexto de aceleração da adoção da nuvem, da inteligência artificial e da automação dos negócios. Conforme as organizações entram no processo de transformação digital, a cibersegurança acaba sendo cada vez mais vista como uma base para a inovação, não mais uma simples barreira de proteção. Essa mudança se reflete claramente nas prioridades dos tomadores de decisões, especialmente aqueles das grandes corporações (com mais de 2.500 funcionários), que enfatizam o valor estratégico de desenvolver seus recursos de segurança de TI.
A proteção de dados foi identificada como o principal valor empresarial oferecido pelo aprimoramento da cibersegurança, mencionada por 40% dos participantes brasileiros. Conforme as empresas processam volumes crescentes de informações confidenciais de clientes e dos negócios, a proteção dos dados torna-se essencial não apenas para mitigar os riscos cibernéticos, mas também para garantir a continuidade operacional e a conformidade regulamentar. Com a evolução das leis de privacidade e a fiscalização mais rígida, as medidas robustas de cibersegurança se tornaram uma ferramenta fundamental para as organizações manterem sua conformidade e, ao mesmo tempo, protegerem seus ativos e clientes.
O segundo benefício mais citado foi a capacidade de adotar novas tecnologias com segurança, incluindo serviços de nuvem, a inteligência artificial e a automação. Isso foi mencionado por 26% dos participantes brasileiros. Ao mesmo tempo em que abrem novas oportunidades, as tecnologias emergentes também introduzem riscos que evoluem rapidamente, incluindo a expansão da superfície de ataque para agentes de ameaças externos que buscam vulnerabilidades e a superação da capacidade de governança interna, pois os funcionários adotam essas inovações mais rapidamente do que a supervisão formal é capaz de acompanhar. Essa dupla exposição ajuda a explicar por que a adoção segura de novas tecnologias passou a ocupar um papel que vai além da prevenção de prejuízos financeiros, tornando-se uma prioridade para as grandes corporações.
A resiliência financeira também continua sendo um dos principais fatores que impulsionam os investimentos em segurança de TI. Cerca de 31% dos respondentes acreditam que o fortalecimento da cibersegurança ajuda a reduzir riscos financeiros e prejuízos inesperados. Além disso, 26% enfatizam que prevenir ciberataques é significativamente mais importante do que lidar com as consequências após a ocorrência de um incidente, e outros 16% consideram a cibersegurança uma capacidade fundamental para o crescimento seguro dos negócios.
O estudo também destaca que a experiência prévia com incidentes cibernéticos afeta as prioridades empresariais. As organizações que evitaram incidentes de segurança ao longo do último ano tendem a associar a cibersegurança ao aumento da eficiência operacional e a manutenção da conformidade com os requisitos regulatórios, enquanto as empresas que tiveram incidentes colocam mais ênfase na capacidade de adotar novas tecnologias com segurança, na redução dos riscos financeiros e os decorrentes de falhas humanas e no fortalecimento de seu posicionamento competitivo.
“Conforme as organizações aceleram sua transformação digital, a cibersegurança evoluiu de uma função de proteção para um capacitador estratégico de inovação e crescimento sustentável. Essa mudança reflete-se cada vez mais nas prioridades dos líderes empresariais, que reconhecem que a segurança eficaz deve não apenas reforçar a resiliência, mas também simplificar as operações nos complexos ambientes de TI atuais. É por isso que continuamos investindo em soluções completas baseadas em plataformas, como o Kaspersky Next XDR Expert, que integra recursos de prevenção, detecção e resposta em um único ecossistema que capacita as organizações a gerenciar a segurança de maneira mais eficiente e, ao mesmo tempo, apoia seus objetivos comerciais de longo prazo”, comenta Carlos Baleeiro, diretor de vendas Enterprise da Kaspersky Brasil.
Para ajudar as empresas a fortalecer sua resiliência contra ciberameaças em evolução, os especialistas da Kaspersky recomendam:
- Proporcionar um contexto completo das ameaças às equipes de segurança da informação por meio do Kaspersky Threat Intelligence. Ele fornece insights práticos durante todo o ciclo de vida de gerenciamento de incidentes, permitindo que os profissionais de segurança identifiquem riscos cibernéticos mais rapidamente, priorizem as investigações e melhorem a efetividade da resposta.
- Implementar soluções da linha de produtos Kaspersky Next, que oferece proteção em tempo real, visibilidade de ameaças, funcionalidades de investigação e resposta de EPP, EDR e XDR. As organizações podem escolher a solução mais adequada às suas necessidades e aos recursos atualmente disponíveis e migrar facilmente para qualquer outra, caso os requisitos de cibersegurança mudem.
As empresas também podem converter o valor da segurança de TI em uma resiliência mensurável, usando as orientações de especialistas da Kaspersky adaptadas aos ambientes específicos.
Fonte: https://www.kaspersky.com.br/about/press-releases/