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As EJ Empresas juniores apostam nos estudantes

Empresas juniores EJ apostam no empreendedorismo durante a graduação

O Movimento Empresa Júnior (MEJ) chegou ao Brasil há 30 anos, vindo da França, onde jovens universitários se reuniam em empresas juniores (EJ) com o objetivo de aplicar o conhecimento teórico na prática, dentro da universidade.

 

Atualmente, o MEJ é presente mundialmente, formando uma rede de colaboração entre jovens acadêmicos e empreendedores que trocam suas experiências pessoais sobre o ecossistema empreendedor estudantil.

 

Universitários fomentam o ecossistema empreendedor ao mesmo tempo em que impulsionam ideias inovadoras e integram a academia ao mercado de trabalho

O empreendedorismo jovem (EJ) no ambiente acadêmico nasce dentro dessas empresas, que são associações sem fins lucrativos, com seus espaços físicos dentro da universidade, formadas e geridas por alunos de cursos de graduação.

Fomentando o aprendizado prático do aluno, as EJs integram o mercado profissional ao ambiente de ensino, oferecendo seus serviços, de acordo com o curso de graduação a qual pertencem.

Dessa maneira, as empresas contratantes não têm despesas financeiras com os serviços e ainda obtém produtos inovadores, de dentro do ambiente de ensino, que está a todo momento se renovando e pensando em novos produtos.

Workshop da Canvas sobre EJ

Maior número de EJ

Segundo o MEJ, o Brasil é o país que possui o maior número de empresas juniores do mundo, com 1.200 cadastradas.

No DF, a Concentro – Federação de Empresas Juniores do Distrito Federal, representa o movimento, em busca de expansão, oferecendo suporte às empresas locais.

Luiz Filipe Guerra, diretor de Relacionamento da Concentro, aponta que, para uma EJ alcançar o sucesso é preciso haver compreensão sobre o mercado em que ela está inserida, por meio de uma pesquisa de mercado, por exemplo, que irá mostrar se o produto desenvolvido pela empresa interessa a seu público alvo.

O time da EJ deve conter pessoas envolvidas de fato com o projeto, que sintam afeição e forte engajamento com a causa.

“Por fim, mas não menos importante, não podemos esquecer da estruturação da empresa, o mapeamento de seus processos e sempre registrar tudo, permitindo que todos os envolvidos tenham acesso à situação da empresa”, afirma.

Para Eduardo Gay, gerente de Projetos da Fundação Assis Chateaubriand, que tem o programa Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, as empresas juniores têm papel importante no ecossistema empreendedor, pois ampliam a visão empreendedora dos jovens e os preparam para muitas situações que irão enfrentar, tanto como empreendedores de seus próprios negócios ou como empreendedores corporativos.

“Esse período de preparação e contato com o mercado pode fazer com que o estudante consolide sua ideia já existente ou que ele desenvolva uma ideia inovadora, disruptiva e que gere impacto.”

Observa Eduardo.

 

Junção de ambientes

Nessa junção dos ambientes estudantil e profissional, ressalta Eduardo, a Comunidade Ei – que oferece cursos, workshops e palestras para o ecossistema – se aproxima do movimento de empresas juniores, em parceria na área de comunicação com uma empresa da Universidade de Brasília e com a Concentro, apoiando ações inovadoras.

Eduardo acredita que essas colaborações contribuem para o impulsionamento do empreendedorismo na capital federal.

“Tudo isso demonstra que esse tipo de conexão está no DNA da nossa comunidade”, finaliza.

 

A ferramenta Canvas no apoio às EJ

Desmistificando a ferramenta Canvas para a concepção de projetos empreendedores – Na próxima sexta-feira (6) e sábado (8), a Ei!

Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, em parceria com a Brasília School of Business, realiza um curso de canvas, ferramenta que possibilita a concepção de projetos de maneira 100% visual, colaborativa e participativa.

Para ministrar o workshop, a Ei convidou o especialista em Project Management pela George Washington University/ESI, Wankes Leandro, que ensinará os participantes a elaborarem o Canvas de um projeto consistente, de forma simples e prática, descomplicando o processo.

Ao final das três aulas, os participantes receberão certificação como experts em Canvas, pela Brasília School of Business.

Veja o conteúdo do curso:

• Conceitos fundamentais de projetos;

• Apresentação do Canvas de projeto;

• Relação entre o Canvas de projeto e o Canvas de negócio;

• Definição do objetivo, justificativa e benefícios dos projetos;

• Identificação das partes interessadas e dos riscos de um projeto;

• Delimitação do escopo, não escopo, premissas e restrições do projeto;

• Definição das entregas, datas e orçamento do projeto;

• Dicas para preenchimento do Canvas: encaixe estratégico, coerência e consistência do projeto (técnica MECE – Mutuamente Excludente, Coletivamente Exaustivo).

As inscrições para o curso são limitadas e podem ser feitas pelo site www.ei.org.br no menu “Agenda”. Os participantes serão certificados como Experts em Canvas, pela Brasília School of Business.

 

Sobre a Ei!

A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores, da Fundação Assis Chateaubriand, é um ambiente de conexão, conhecimento e experiências inovadoras, que surgiu em agosto de 2017 para transformar empreendedores de dentro para fora.

Nesta comunidade, acredita-se na força das conexões, no aprender fazendo, na criação coletiva, entre outros.

Desde o ano passado, são realizados diversos eventos que reúnem pessoas que pensam diferente e acreditam no potencial inovador da cidade.

A Ei! Comunidade de Aprendizagem para Empreendedores está no Facebook, Instagram e Twitter, com o perfil @ComunidadeEi

SERVIÇO:

 

O que: Curso de Canvas, com Wankes Leandro
Onde: Espaço Ei! – SIG Quadra 2 Lote 340

Cidade: Brasília
Quando: Dias 06 e 05 de outubro de 2018, às 19h
Inscrições:   http://www.ei.org.br/agenda.html
Informações: www.ei.org.br

 

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