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A Agricultura digital no Brasil em debate no CNA

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, recebeu representantes da empresa Monsanto para debater o uso da agricultura digital no Brasil.

CNA

O encontro aconteceu na sede da CNA, em Brasília, na última quarta-feira (25/10).

A agricultura digital consiste no uso de tecnologias para a coleta de dados no campo;

E processamento dessas informações com a intenção de auxiliar o planejamento e a tomada de decisão dos produtores.
Durante a reunião, Mark Young, vice-presidente de Tecnologia da Climate Corporation, ligada à Monsanto;

Apresentou a Climate FieldView, uma plataforma que integra informações de plantio, pulverização, colheita e solo, entre outras;

Em um único banco de dados que pode ser acessado por celular, tablet ou computador.
O presidente da CNA reconheceu a importância das tecnologias no avanço da agropecuária brasileira.

 

Entendimento das autoridades

 

Para João Martins, a próxima transformação deverá ocorrer na pecuária, um setor com grande potencial para se desenvolver;

Mas será necessário investir em implementação tecnológica, assim como aconteceu na agricultura.
“A pecuária está evoluindo rapidamente nesses últimos tempos com novas tecnologias, transferência de embrião, avaliação de carcaça e de maciez da carne, mas precisaremos de equipamentos ultrassofisticados para continuar crescendo.

Outro desafio é começar a construir uma pecuária leiteira eficiente e sermos competitivos como a agricultura brasileira é”;

Declarou o presidente da CNA.
O Diretor-Geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara;

E o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi, também participaram do encontro.

Ambos destacaram que as tecnologias são fundamentais para a rentabilidade do produtor e poderão contribuir decisivamente em aspectos como redução de custos, seguro rural e na Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).
“Nós já contamos com um banco de dados e uma central de inteligência de assistência técnica.

Temos indicadores de produtividade, indicadores econômicos e de custos. Ainda não utilizamos indicadores de imagem, de perfil de solo e histórico de adubação, mas isso é o futuro.

Estamos avançando para isso.

Temos interesse nessa interação e vamos avaliar aquilo que podemos agregar”, afirmou Carrara

Fonte: Portogente

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