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MIT cria o Dormio, um equipamento para hackear cérebro

por Paulo Fernandes Maciel
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MIT está criando o Dormio dispositivo para “hackear” sonhos para potencializar futuros negócios.

Investigadores do MIT estão construindo um aparelho nomeado de dormio capaz de invadir o seu cérebro e moldar os sonhos de uma pessoa. Os especialistas sugerem que isto pode ser benéfico para a saúde.

Estamos nos misturando cada vez mais com tecnologias digitais inteligentes, e isso transforma dimensões inéditas na existência humana.

O modo como avançaremos essa nova fronteira determinará o nosso futuro…

Lembrando que qualquer tecnologia sempre traz em si potencial de benefícios e malefícios, que devem ser considerados simultaneamente.

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Invadir escanear e inserir programações

Ccientistas do MIT estão criando tecnologias capazes de “driblar” o subconsciente para aproveitar os sonhos como ferramenta para contribuir com a consolidação da memória, a regulação emocional e a saúde mental em geral.

Em média, uma pessoa dorme cerca de 30% da sua vida e, mesmo que não saibamos porquê ou nos lembremos, sonhamos todas as noites.

Um dos laboratório do Massachusetts Institute of Technology (MIT) está agora a construir um aparelho capaz de invadir a nossa mente e moldar aquilo com que sonhamos.

Luva inteligente

O processo é realizado por meio de uma luva inteligente batizada de Dormio

Que, com sensores no pulso e nos dedos, é capaz de rastrear o tônus muscular, a frequência cardíaca e a condutância da pele para identificar os vários estágios do sono.

A joia da coroa do laboratório é o Dormio, um aparelho semelhante a uma luva destinado a aumentar a criatividade e ajudar a explorar a hipnagogia;

O estado semilúcido entre acordado e a dormir, onde os pensamentos se desviam da realidade e começam a entrar no capítulo dos sonhos.

Quando a pessoa entra em hipnagogia, o Dormio reproduz um áudio pré-gravado, geralmente composto por uma palavra, e grava qualquer coisa que a pessoa possa dizer em resposta.

Em experiências realizadas no laboratório, Horowitz concluiu que a pista oferecida pelo áudio apareceu nos sonhos dos voluntários.

Ampliação de sentidos

A investigadora do Dream Lab Judith Amores quer alargar ao olfato esta capacidade de influenciar os sonhos.

Dessa ideia surgiu o BioEssence, um difusor de aroma que monitoriza a frequência cardíaca e as ondas cerebrais para rastrear os estágios do sono.

“O olfato é particularmente interessante porque está diretamente conectado à memória e às partes emocionais do cérebro – a amígdala e o hipocampo”, diz Amores.

“E esse é um portal muito interessante para acessar o bem-estar”.

A investigadora realça que esta invenção pode ser usada para tratar, por exemplo, stresses pós-traumáticos.

Quando o usuário entra na hipnagogia – estado em que estamos semiconscientes, entre a vigília e o sono propriamente dito.

O dispositivo envia uma sugestão de áudio pré-gravada, geralmente composta por uma palavra, para o subconsciente.

Em um experimento com 50 pessoas, o conteúdo de sugestão do áudio apareceu com sucesso nos sonhos.

Se o equipamento tem a capacidade de inserir programação mental e a tecnologia não for utilizada dentro dos padrões e parâmetros da legalidade senso de moral e ética, ou seja cair em mãos perniciosa.

Os reisco que essa tecnologia poderá acarretar será imenso, poderemos ter verdadeiros autômatos simplesmente ocupando espaço no mundo ou produzindo exatamente como um robô programado para ser insensível e sem consciência.

É inimaginável o potencial de perigo que o Dormio poderá trazer.

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