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Vivo firma compromissos com a diversidade LGBT+

por Paulo Fernandes Maciel
Pessoas com bandeira LGBT a vivo apoiando a causa

A Vivo adere-se ao Fórum de Empresas e Direitos LGBT+

A Vivo anuncia, neste final de junho, seu compromisso formal com a promoção da diversidade.

Torna-se a primeira empresa do setor de telecomunicações a integrar o Fórum de Empresas e Direitos LGBT+ e a aderir aos Padrões de Conduta para Empresas – enfrentando a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersexo, parte do movimento Livres & Iguais, da ONU.

Pessoas com bandeira LGBT a vivo apoiando a causa

A adesão a duas das principais iniciativas relacionadas ao tema no Brasil e no mundo, endossa a busca da empresa pelas melhores práticas a favor da igualdade e do respeito às diferenças no ambiente corporativo.

Empresa adere ao Fórum de Empresas e Direitos LGBT+ no Brasil e aos Padrões de Conduta contra a discriminação LGBTI, Movimento Livres & Iguais, da ONU e avança na construção de uma cultura inclusiva

De acordo com pesquisa divulgada pelo Center for Talent Innovation, mais de 60% dos funcionários LGBT+ no Brasil ainda preferem esconder sua orientação sexual no trabalho para não sofrer discriminação ou preconceito.

Com 34 mil colaboradores, a Vivo quer dar oportunidades para que este público se sinta incluído e respeitado dentro da organização.

“Estamos no início de uma grande jornada pela diversidade.

A adesão aos dois movimentos reflete o nosso compromisso em acolher e garantir que a comunidade LGBT+ se sinta representada e valorizada.

Também deixa claro que discriminação e preconceito não são tolerados pela companhia”, revela a VP de Assuntos Corporativos da Vivo, Camilla Tápias.

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Menos discriminação

“Mais uma grande empregadora no Fórum de Empresas e Direitos LGBT+ significa mais chances desse conjunto de grandes empresas dizerem um grande não à discriminação e um imenso sim à diversidade como valor.

A Vivo tem uma liderança comprometida com diversidade, é moderna e não é por acaso que se torna a primeira empresa do setor no Fórum.”

Afirma Reinaldo Bulgarelli, Secretário Executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBT+.

celular com o bonequinho da Vivo

Entre as iniciativas da Vivo para cumprir seu compromisso com a comunidade LGBT+ está o envolvimento da alta gestão com a causa, o lançamento de uma Política de Diversidade e a criação de subcomitês de Gênero, PCDs, Raça e LGBT+, liderados por membros que se relacionam com o tema.

“Nosso principal desafio nos comitês é criar uma mudança cultural pautada no respeito, tanto das pessoas que estão recebendo estas ações de sensibilização, quanto das que estão promovendo.”

Revela Henrique Guimarães de Castro Bosco, colaborador e membro do subcomitê LGBT+ da Vivo.

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Grupos de afinidade

A empresa também estimula a participação em grupos de afinidade, onde colaboradores voluntários podem participar.

Como política de inclusão interna, a Vivo também autoriza a inclusão de cônjuges de casais homoafetivoslíti no plano de saúde.

As iniciativas têm por objetivo identificar oportunidades de avanço e fomentar novas ações para promover o respeito aos direitos, a igualdade de oportunidades e o tratamento justo às pessoas LGBT, trabalhando principalmente o pertencimento e o engajamento do público interno.

Externamente, a empresa também promove campanhas publicitárias que valorizam as novas composições familiares.

Engajamento

Para que todos tomem parte desta iniciativa, a empresa está lançando internamente uma campanha de engajamento em que convida seus colaboradores a assinar digitalmente o compromisso com a diversidade.

A ação tem o mote “Respeito, uma ideia para assinar embaixo”.

Política global

As iniciativas da Vivo, marca da Telefônica no Brasil, aderem à Política Global de Diversidade e Inclusão da empresa, que trabalha a sensibilização dos gestores, mudanças no processo de recrutamento e seleção, entre outras medidas.

Em 2016, a empresa tornou-se signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU do +Mulher 360.

Em apenas dois anos, avançou de 15% para 21% o número de mulheres em cargos de liderança e trabalha para garantir avanços progressivos em todos os níveis hierárquicos, com o desafio de atingir 30% de executivas até 2020.

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