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Leega explica que capacidade de orquestração é fator decisivo para o sucesso de IA

por Paulo Fernandes Maciel

Leega explica que capacidade de orquestração é fator decisivo para o sucesso de IA nas empresas

A Consultoria Leega afirma que governança, arquitetura tecnológica, letramento, gestão do marketplace de IA e alinhamento ao negócio serão determinantes para transformar iniciativas de IA em resultados concretos

O uso da inteligência artificial nas empresas brasileiras deixou de ser uma questão de experimentação. O desafio agora é transformar iniciativas isoladas em resultados consistentes para o negócio. Segundo a Leega, consultoria brasileira com mais de 20 anos de atuação em transformação digital, inteligência artificial, data analytics, cloud e aplicações, isso depende menos da tecnologia em si e mais da capacidade das organizações de estruturar governança, processos e estratégia para escalar a IA de forma sustentável.

“As empresas entenderam o potencial da IA. O desafio deixou de ser experimentar a tecnologia e passou a ser incorporá-la ao negócio, com governança, segurança e foco em resultado. Sem essa estrutura, muitos projetos permanecem na fase de testes e não conseguem gerar impacto real e consistente”, afirma Renata Serra, head de Inteligência Artificial da Leega Consultoria.

Leega

Soluções de IA

Para apoiar essa transformação, a Leega reúne consultoria criteriosa e estratégica, gestão e arquitetura tecnológica, que inclui a criação de um gateway de IA e a implementação de soluções de inteligência artificial, além de todo o controle de custos, da mensuração de ROI para o negócio e da adoção das soluções de IA na organização. O objetivo é ajudar empresas a estruturar modelos de implementação capazes de reduzir riscos, aumentar a confiabilidade das aplicações e transformar a IA em uma capacidade permanente nas organizações.

Entre os principais desafios observados no mercado estão a ausência de um modelo de gestão estruturado, o desalinhamento entre as áreas de negócio e tecnologia, o uso pouco integrado dos dados corporativos e a falta de critérios para mensuração de resultados. Esses fatores reduzem o retorno dos investimentos em inteligência artificial.

“A IA precisa ser tratada como uma competência da organização, e não como um projeto isolado. Quando existe um modelo de gestão consistente, as empresas conseguem evoluir continuamente, medir resultados e ampliar o uso da tecnologia com muito mais segurança”, explica Renata.

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Outro ponto considerado essencial é aproximar as áreas de negócio das equipes responsáveis pelo desenvolvimento das soluções de IA. De acordo com a Leega, esse alinhamento reduz retrabalho, evita investimentos em iniciativas com baixo potencial de retorno e permite acompanhar continuamente os resultados obtidos em cada projeto.

Para a Leega, o mercado brasileiro vive um momento de transição na adoção da inteligência artificial. Após um período marcado pela experimentação, as empresas começam a estruturar iniciativas capazes de sustentar o uso da tecnologia em larga escala. Nesse cenário, organizações que investirem em governança, gestão, arquitetura tecnológica e capacitação tendem a obter vantagens competitivas nos próximos anos.

“No futuro, a diferença entre as empresas não estará em quem utiliza inteligência artificial, mas em quem consegue operá-la com escala, governança e foco no negócio. É essa maturidade que deve separar as organizações líderes daquelas que continuarão limitadas a iniciativas pontuais”, reflete Renata Serra.

Segundo a head de Inteligência Artificial da Leega, “a IA vai mudar nossa forma de liderar, trabalhar, consumir e adquirir produtos e serviços. As organizações têm que avançar além de agentes para o backoffice pensando no futuro do negócio e no impacto que essa tecnologia vai trazer”, conclui.

Sobre a Leega:

Empresa brasileira de consultoria e outsourcing com mais de 20 anos de experiência, a Leega é especialista em soluções de Data Analytics e Cloud, atuando também com Marketing Analytics, Business Intelligence, Big Data, Advanced Analytics, Machine Learning, Inteligência Artificial, Data Quality, MDM, Governança de Dados, Monetização de Dados, Infraestrutura Cloud, Desenvolvimento de Aplicações, entre outros.

Agnóstica em tecnologia, oferece aos clientes um modelo de negócios transparente e flexível com diversas opções de serviços capazes de potencializar a entrega de resultados a partir do uso otimizado e personalizado de dados. Para ajudar as empresas a extraírem essas riquezas dos dados, colaborar para que as melhores decisões sejam tomadas e gerar impactos positivos tanto nos negócios quanto nas vidas das pessoas e no mundo que vivemos, conta atualmente com uma talentosa equipe multidisciplinar formada por mais de 500 colaboradores em escritórios no Brasil e na Europa.

Para mais informações, acesse o site da Leega.

Imagem destacada: Renata Serra head de IA da Leega Consultoria – divulgação: Leega

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