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Como o AmorSaúde usa recursos tech para expandir o acesso à saúde

por Paulo Fernandes Maciel

Tecnologia e saúde: como o AmorSaúde usa recursos tech para expandir o acesso à saúde no Brasil

A telemedicina é uma das ferramentas que ajuda a rede AmorSaúde a atender um número cada vez maior de brasileiros

A busca por serviços de saúde digital ganhou força no Brasil nos últimos anos, e tem mudado a forma como parte dos brasileiros acessam consultas e outros serviços médicos. Segundo pesquisa realizada pelo pelo Serviço Social da Indústria,, 20% das pessoas utilizaram algum recurso de tecnologia para ter acesso à saúde em 2025 no Brasil. Entre eles, 49% recorreram às teleconsultas, e o levantamento também mostra que 78% da população brasileira tem interesse em usar serviços de saúde digital.

De acordo com Leonardo Moscovici, médico responsável técnico nacional pela telemedicina do AmorSaúde, a telemedicina passou a fazer parte da operação da rede de clínicas médico-odontológicas em 2020, durante a pandemia de Covid-19. Desde então, a modalidade ganhou espaço entre as formas de atendimento oferecidas aos pacientes e o serviço passou a ter uma presença cada vez maior na rotina da empresa, gerando cerca de 70 mil atendimentos deste tipo todos os meses.

AmorSaúde

O médico destaca que o avanço da modalidade também está relacionado a uma questão que vai além da digitalização do atendimento e reduz barreiras geográficas para facilitar o acesso de pacientes que vivem longe dos grandes centros. “Com as consultas on-line, os pacientes de regiões mais afastadas não precisam se deslocar até uma unidade física e, assim, há redução em custos com transporte e combustível. Além disso, as teleconsultas permitem o atendimento sem expor pacientes a riscos de infecção”, sintetiza Leonardo.

Mais acesso à saúde, onde as pessoas mais precisam

Para ampliar o acesso à saúde em regiões onde a conexão com internet pode ser uma dificuldade para a telemedicina, a rede também oferece consultas assistidas. Nesta modalidade, as consultas são “realizadas em parceria com as clínicas físicas, e o paciente se conecta ao médico por videochamada, com apoio local de um profissional na própria unidade, que acompanha o atendimento presencialmente”, explica Leonardo.

A estratégia busca reduzir a desigualdade no acesso à tecnologia, uma das barreiras que podem acompanhar a digitalização dos serviços de saúde. Dessa forma, a consulta on-line não depende exclusivamente da familiaridade do paciente com plataformas digitais ou da disponibilidade de uma conexão adequada em sua residência.

A telemedicina também pode ser utilizada em diferentes situações clínicas, mediante avaliação médica que indique que o atendimento remoto é adequado. Segundo Leonardo, a modalidade pode ser uma “excelente opção para pessoas em sofrimento psíquico, como depressão e ansiedade, e com doenças crônicas, como diabetes e colesterol elevado, desde que o retorno presencial não seja imprescindível”, explica.

O médico acrescenta que o formato também pode beneficiar pacientes em outras situações, como para “renovação de receita, quando o quadro clínico está estabilizado, e para pessoas idosas com dificuldade de locomoção”. A rede disponibiliza consultas on-line em diferentes áreas médicas, como dermatologia, psiquiatria, cardiologia, nutrição e psicologia, além do Pronto-Atendimento digital. “Para ser atendido, o paciente só precisa de um celular ou computador com câmera”, detalha o médico.

Sobre o AmorSaúde


O AmorSaúde é a maior rede de clínicas médico-odontológicas do Brasil, com mais de 500 unidades ativas em todo o território nacional. Fundada com a missão de oferecer saúde de qualidade a preços acessíveis, a rede realiza mais de 18 milhões de consultas por ano, mais de um milhão de procedimentos odontológicos e mais de 35 milhões de exames, em parceria com os maiores laboratórios do país. Com estrutura moderna, multicanalidade e foco em atendimento humanizado, a rede oferece consultas presenciais, telemedicina, exames laboratoriais e de imagem, odontologia e encaminhamento para cirurgias eletivas.

Leonardo ressalta que a definição entre atendimento remoto e presencial depende da avaliação clínica e das necessidades de cada paciente. “Normalmente, um paciente é encaminhado ao presencial quando o quadro exige exame físico direto, quando há necessidade de realizar exames complementares imediatos ou quando o médico identifica, durante a teleconsulta, sinais de gravidade ou urgência que não podem ser resolvidos remotamente”, resume Leonardo.

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