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SUSE Rancher Prime é referência no Quadrante Mágico da Gartner

por Paulo Fernandes Maciel

SUSE é reconhecida com o SUSE Rancher Prime como Líder em gerenciamento de contêineres pelo terceiro ano consecutivo

Posicionamento do SUSE Rancher Prime no Gartner Magic Quadrant de 2026 destaca atuação da companhia no mercado de plataformas para aplicações modernas

A SUSE, empresa de software empresarial de código aberto com soluções para Linux, nuvem, virtualização e inteligência artificial, foi posicionada como Líder no Gartner® Magic Quadrant™ de 2026 para Gerenciamento de Contêineres, com o SUSE Rancher Prime. É o terceiro ano consecutivo em que a companhia integra esse quadrante, conforme o anúncio da empresa.

Contêineres reúnem uma aplicação e os componentes necessários para sua execução em ambientes isolados. Seu gerenciamento permite às equipes de TI administrar a implantação, a disponibilidade e a expansão dessas aplicações.

O SUSE Rancher Prime centraliza a gestão de ambientes Kubernetes, tecnologia utilizada para organizar a execução de contêineres, e integra recursos de segurança, observabilidade e automação. Segundo a SUSE, a plataforma atende ambientes de nuvem pública, infraestrutura privada e localidades remotas..

SUSE Rancher Prime

Sobre o Gartner

O Gartner é uma organização de pesquisa e aconselhamento que oferece análises para apoiar decisões empresariais e tecnológicas. Seu Magic Quadrant compara fornecedores em mercados específicos. Na metodologia, os Líderes executam bem sua visão atual e estão bem posicionados para o futuro. Para quem avalia plataformas de contêineres, essa classificação oferece uma referência sobre a posição do fornecedor no mercado.

SUSE Rancher Prime
O SUSE Rancher Prime pelo terceiro ano no Quadrante do Gartner (Imagem: acervo overBR)

Entre os exemplos apresentados no release está o ABA Bank, do Camboja, que utiliza a plataforma em serviços de internet banking e mobile banking. Segundo os resultados divulgados pela SUSE, o banco reduziu em 15% os custos de gerenciamento de contêineres e passou a implantar novos microsserviços na metade do tempo. O caso ilustra a aplicação da tecnologia em operações que exigem disponibilidade e agilidade na entrega de serviços digitais.

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