A Bluefields aplica no Brasil imersão de carreira inspirada em conceitos e ferramentas de Life Design de Stanford
Com apenas 20% dos trabalhadores engajados no mundo, programa “Redesenhando Futuros: Vida e Carreira” da Bluefields aplica design thinking à carreira para ajudar profissionais a projetarem múltiplos futuros
A Bluefields oferece no Brasil a imersão “Redesenhando Futuros: Vida e Carreira”, iniciativa de desenvolvimento de carreira inspirada em ferramentas de Work and Life Design sistematizadas em Stanford por Bill Burnett e Dave Evans. O programa aplica princípios de design thinking à vida profissional e apoia executivos, colaboradores, profissionais em transição e estudantes a tomarem decisões de carreira mais conscientes, coerentes com seus valores e abertas a diferentes possibilidades de futuro.
A proposta do Redesenhando Futuros: Vida e Carreira
A proposta responde a um cenário de baixa motivação no trabalho. Segundo o relatório State of the Global Workplace 2026, da Gallup, apenas 20% dos trabalhadores no mundo estavam engajados em 2025, e o estudo estima em cerca de US$ 10 trilhões o impacto anual da baixa produtividade associada ao desengajamento. No Brasil, o quadro é relativamente melhor, mas ainda exige atenção: 32% dos trabalhadores brasileiros estavam engajados em 2025, acima da média global e da média de 30% da América Latina e Caribe.

“O Work Life Design convida as pessoas a assumirem o protagonismo da própria trajetória. Em vez de acreditar que existe apenas um caminho certo, a metodologia ajuda a explorar diferentes possibilidades, testar hipóteses e tomar decisões mais conscientes, alinhadas ao momento de vida, aos valores e às aspirações de cada profissional”, afirma Paulo Humaitá, CEO e fundador da Bluefields.
De Stanford ao contexto brasileiro
A metodologia Designing Your Life foi desenvolvida pelos professores Dave Evans e Bill Burnett, do Stanford Life Design Lab, e aplica os princípios do Design Thinking ao planejamento de vida e carreira. A disciplina tornou-se uma das eletivas mais concorridas da Universidade de Stanford e deu origem aos livros O Design da Sua Vida e Designing Your New Work Life, referências mundiais sobre o tema.
A Bluefields conheceu essa abordagem em 2016, quando Paulo Humaitá encontrou Dave Evans em um encontro internacional de jovens líderes na Indonésia. A parceria foi fortalecida ao longo dos anos e permitiu que a Bluefields adaptasse a metodologia para a realidade brasileira, criando a imersão “Redesenhando Futuros: Vida e Carreira”. A proposta é inspirada nos princípios do Designing Your Life, mas não constitui um curso oficial da Universidade de Stanford.
“O contato com a metodologia de Dave Evans transformou a forma como passei a enxergar as escolhas de carreira. A partir dessa experiência, adaptamos os princípios do Life Design à realidade do mercado brasileiro e desenvolvemos uma imersão que ajuda profissionais e organizações a refletirem sobre diferentes possibilidades de futuro e a transformarem essas reflexões em ações concretas. Além disso, conseguimos também aplicar Inteligência Artificial. Vejo que este é o futuro dos PDIs e planos de carreira”, explica Paulo Humaitá.
Como funciona a imersão “Redesenhando Futuros: Vida e Carreira”
A jornada reúne módulos gravados, atividades práticas, templates para planos de carreira, estudos de caso e apoio de inteligência artificial treinada com a metodologia O Headhunter Consultivo, desenvolvida pela Bluefields. Esse componente de IA orienta o participante ao longo do processo com base na metodologia proprietária da empresa, um diferencial voltado tanto a profissionais quanto a áreas de RH. O processo se organiza em quatro etapas:
Autoconhecimento: o participante analisa seu momento profissional, padrões automáticos e possíveis desconexões entre o que faz e o que valoriza;
Prototipagem de futuros: com ferramentas de design thinking, projeta três cenários (Estabilidade, Liberdade e Coragem) e amplia o leque de escolhas;
Mapa da coerência: integra valores, habilidades e motivações para identificar o ponto de convergência entre propósito e contribuição profissional;
Plano de experimentação: transforma a reflexão em ações práticas e define próximos passos viáveis de evolução ou transição de carreira. A imersão da Bluefields
A imersão é oferecida em três formatos: individual, para profissionais e executivos; in-company, voltada a organizações em processos de transformação cultural, inovação ou desenvolvimento humano; e integrada à plataforma de aceleração da Bluefields para founders. A proposta complementa o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI) ao ampliar o olhar para além das metas de curto prazo, estimulando uma visão de longo prazo que conecta valores, habilidades, ambições e o contexto pessoal e profissional de cada participante.
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Por que a abordagem faz sentido agora
Para a Bluefields, a insatisfação profissional costuma estar relacionada a três fatores recorrentes: falta de clareza sobre a própria vocação, dificuldade de visualizar possibilidades para o futuro e excesso de opções sem critérios para a tomada de decisão. Nesse cenário, é comum que profissionais escolham cursos ou carreiras considerados mais seguros, motivados por expectativas sociais ou pela busca de estabilidade financeira, e, com o tempo, percebam um distanciamento entre suas escolhas e o que realmente valorizam.
“Mais do que planejar a carreira, é preciso aprender a desenhá-la de forma intencional. Quando o profissional assume o protagonismo das próprias escolhas, amplia sua capacidade de gerar impacto para si, para as organizações e para a sociedade”, conclui Humaitá.
Sobre Bluefields
A Bluefields é uma parceira de inovação que atua ao lado de empreendedores, corporações e investidores para transformar ideias em negócios estruturados, validados e em crescimento, combinando diagnóstico claro, trilhas personalizadas e acompanhamento próximo. Com uma abordagem prática e orientada à resultados, ajuda negócios inovadores a saírem da estagnação, ganhar clareza e executar com consistência combinando metodologias consolidadas de empreendedorismo, inovação aberta e impacto.
Com o propósito de acelerar inovações para a eternidade, a Bluefields soma mais de 300 startups aceleradas em 8 anos de história. Atualmente, 60% das startups seguem ativas, com faturamento de R$250 milhões e geram mais de 1.000 empregos diretos. A Bluefields conta com um ecossistema de +70 grandes empresas atendidas e conta com centenas de mentores, mantenedores e parceiros locais e globais. Nos últimos anos, recebeu múltiplos prêmios entre as melhores aceleradoras do Brasil, pela ABStartups (Startup Awards) e pela empresa francesa Leaders League. Para o futuro, a visão 2040 prevê a construção de um ecossistema global de inovação, com presença em cinco regiões do Brasil e em cinco países.
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