Google e Anthropic marcam presença no maior evento de Inteligência Artificial do Brasil
Festival AI com a presença do Google e Anthropic, reuniu mais de 6.000 participantes e 60 horas de conteúdo em São Paulo, consolidando o país como protagonista na adoção global da tecnologia
Na mesma semana em que o primeiro longa-metragem totalmente criado por inteligência artificial estreou no Festival de Cannes, o Brasil reuniu algumas das principais Big Techs do mundo para discutir como a IA já começa a transformar a cultura, os negócios, as profissões e a própria dinâmica da economia global.

O debate aconteceu durante a segunda edição do AI Festival, promovido pela StartSe, plataforma de educação executiva em novos negócios do país, com organização da Origami Marketing e Eventos.
Estiveram presentes no evento com o Google e Anthropic, no Centro de Convenções Pro Magno, em São Paulo, delegações de mais de 16 grandes marcas do Vale do Silício, China e outros polos de inovação, entre elas especialistas, executivos e cientistas de dados da Google, Anthropic, Amazon, IBM, Oracle, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Monday.
6 mil participantes

Foram mais de 6 mil participantes e 60 horas de conteúdo distribuídas entre plenárias, palcos simultâneos, workshops práticos e oficinas de implementação sobre a tecnologia que não para de transformar (e deve alterar ainda mais) a forma como as relações acontecem no mundo.
Os números ajudam a dimensionar esse movimento. Hoje, 54% dos brasileiros já utilizam inteligência artificial generativa, acima da média global de 48%. Além disso, o otimismo profissional em relação à tecnologia é evidente: 78% dos brasileiros já aplicam IA em suas rotinas de trabalho para ganho de eficiência e resolução de problemas complexos, segundo levantamento do Google em parceria com a Ipsos.

Segundo Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, o festival demandou um planejamento logístico de alto rigor técnico, principalmente pela necessidade de coordenar agendas complexas de personalidades internacionais. Além disso, exigiu uma infraestrutura robusta e uma direção técnica capaz de garantir transições fluidas entre conteúdos de alta densidade nos múltiplos palcos.
O evento também contou com uma feira de negócios com dinâmicas exclusivas de networking, mentoria e fireside chats, como as sessões de Hot Seats no pavilhão de exposição. “Mais do que apresentar tendências, encontros como esse ajudam a acelerar decisões dentro das empresas. A inteligência artificial deixou de ser um tema experimental e passou a influenciar orçamento, estratégia, produtividade e competitividade. O que vimos no evento foi um mercado tentando entender não mais se vai usar IA, mas quais são as formas mais eficientes e estratégicas de fazer isso rapidamente”, afirma Monteiro.

Para o executivo, o AI Festival reforçou o papel estratégico do Brasil na economia da inteligência artificial e colocou o país na rota das grandes conferências de tecnologia e negócios na América Latina.
“O evento trouxe conteúdo e foi além, transformando conhecimento em experiência. Quando isso acontece, o encontro deixa de ser apenas informativo e passa a gerar conexão, oportunidades de negócio e valor real para todos os envolvidos”, finaliza.
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