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Biótopo pauta da integração de fotógrafos na França

Fotógrafos brasileiros se integrarão a biótopo no projeto Território Sensível na Europa.  

Biótopo

Instituto Inclusartiz e INC-Photography promovem residência artística  na França.

Dez fotógrafos brasileiros vão participar do projeto Território Sensível em janeiro de 2018.

 

Com o apoio do Instituto Inclusartiz em parceria com INC-Photography, dez fotógrafos brasileiros ;

André Cunha, Bernardo Dorf, Leonardo Jucá, Lucas Pacífico, Marcelo Hein, Márcio Távora, Monica Paes e Paola Vianna, além de Helena Rios e Marcelo Greco, – que são também coordenadores do projeto Território Sensível no Brasil – participarão em janeiro de 2018 da residência artística “Mudança de biótopo e outra perspectiva”;

Na região da Provence, França, com direção de Pierre Devin e participação de Bernard Plossu.

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Biótopo é uma região que apresenta uniformidade de ambiente e de populações animais e vegetais, das quais é o habitat.

Ou seja, um biótopo compreende um habitat e suas populações animais e vegetais.

A sociedade e sua cultura são parte, portanto, do biótopo.

Elas o transformam e são mutuamente transformadas por ele.

A inserção dos autores em um novo biótopo, ao qual a princípio são estrangeiros, é a proposta desta residência artística.

Como resultado da residência, será publicado um livro com as fotos realizadas durante a residência, bem como uma exposição em local e data a serem confirmados.

 

Sobre o Instituto Inclusartiz

 

O Instituto Inclusartiz, fundado em 1998, no Rio de Janeiro, promove a educação e a cultura, com o intuito de difundir a arte e estimular a integração social e o intercâmbio cultural.

O seu principal foco é desenvolver exposições e projetos educacionais que criem e promovam vínculos socioculturais e troca de conhecimento.

 

O Território Sensível – é um espaço de liberdade e uma ferramenta para ação e reflexão.

Dirigido por Pierre Devin, é fruto da iniciativa de um coletivo de fotógrafos, a princípio brasileiros e franceses.

O projeto tem como foco os questionamentos trazidos por um mundo em plena mutação.

A fotografia é a linha condutora do projeto, mas não se exclui qualquer abertura às artes visuais, à literatura, à sociologia, à história, etc.

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