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Agropecuária de MT é pauta na Universidade de Minnesota

Agropecuária de MT é apresentada para professores da Universidade de Minnesota
Minnesota
Professores da Universidade de Minnesota, dos Estados Unidos, estão em Mato Grosso para conhecer a agropecuária do estado e firmar parcerias entre as entidades do Agro e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).

No dia (14/06) eles visitaram a Federação da Agricultura e Pecuária (Famato) e fizeram uma apresentação sobre a instituição de ensino e seus desafios.

Segundo o professor de Sustentabilidade e Extensão Rural da UFMT Daniel Abreu;

A Universidade de Minnesota já firmou um convênio com a UFMT para mobilidade de alunos para graduação e projetos de pesquisa;

Mas quer ampliá-lo e espera contar com o apoio das entidades que compõem o Agro.

Para isso, vieram conhecer o funcionamento da agropecuária de Mato Grosso e das entidades que representam o setor.

O professor e pró-reitor de extensão da Universidade Michel Schmitt ficou impressionado com as informações apresentadas pelo superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) Daniel Latorraca sobre a agricultura e pecuária do estado, custos, desafios e a logística para o escoamento da produção.

O superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT) Otávio Celidonio;

Também apresentou dados da entidade e como funcionam os treinamentos e as capacitações.

A Universidade de Minnesota possui 1.900 estudantes de graduação;

760 de pós-graduação, 265 professores, 765 técnicos, 12 departamentos e sete centros de pesquisa.

É uma das instituições de ensino e pesquisa mais importantes e influentes no mundo quando o assunto é agricultura;

E por onde passaram nomes relevantes como o engenheiro agrônomo e PhD considerado o “pai” da Revolução Verde, Norman Borlaug.

Conforme o pró-reitor, entre os desafios da instituição atualmente está fazer com que a agricultura e a pecuária sejam excelência.

A academia tem a preocupação de capacitar os professores para orientar os produtores a fim de que eles se tornem “independentes” para tomar decisões e não fiquem reféns das indústrias.

A extensão rural está entre as prioridades, além do ensino.

Todos os professores são obrigados a desenvolver pesquisas e levar os resultados para a comunidade. “A gente quer dar as informações para que os produtores tomem as decisões deles”, reforçou o pró-reitor.

Outro desafio importante e semelhante ao que os produtores brasileiros passam é fazer com que os jovens americanos se interessem pelo campo.

“Menos de 2% da população está no campo.

Estamos tendo problemas de ter gente.

Os produtores estão envelhecendo e os jovens não estão querendo trabalhar nas fazendas”, relatou Shmitt.

O presidente do Sistema Famato Normando Corral falou sobre como funciona a entidade;

E sua representatividade por meio dos 90 Sindicatos Rurais presentes em vários municípios do Estado.

Destacou também a importância de visitas como esta para estreitar a relação da academia com o setor produtivo rural.

O diretor executivo da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) Luciano Vacari também esteve presente e falou da importância da troca de conhecimentos das entidades com a universidade.

Além do pró-reitor Michael Shmitt, o diretor de Iniciativas Globais de Extensão John Vreyens e o professor de Entomologia Agrícola Robert Koch integram o grupo da Universidade que terá agenda de visitas no Estado até o dia 21 de junho.

Hoje (14) eles terão reuniões no Governo do Estado.

Na quinta-feira (15) o grupo visitará uma fazenda de pecuária de corte em Sinop e em seguida uma usina de etanol em Lucas do Rio Verde.

Na sexta-feira (16) eles irão conhecer a Embrapa de Sinop e visitarão produtores da região.

Na próxima segunda-feira (19) haverá reuniões e visitas na UFMT. No dia seguinte (20) a visita será em uma propriedade com Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária e no dia 21 reunião com a prefeita e o secretário de agricultura de Sinop e mais visitas em propriedades da região.

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